O programa da Receita Federal indica se a declaração deve ser simplificada ou completa

1002815-25022016dsc_8561O contribuinte deve ter cautela no momento de entregar a declaração do Imposto de Renda 2016. O mais importante, segundo Joaquim Adir, Supervisor Nacional do Imposto de Renda da Receita Federal, é organizar a documentação necessária com calma para não correr o risco de cair na malha fina.

No momento do preenchimento da declaração, o sistema da Receita indica a melhor opção entre simplificada e completa. “O programa dá todo o suporte para aqueles que não sabem qual tido de declaração oferece mais vantagens”, explicou Adir. Para ele, não há um padrão da melhor ou pior opção. “Tudo dependerá do que o contribuinte vai declarar”, emendou. O modelo simplificado é o mais indicado para quem não tem muitas despesas para deduzir. Já o modelo completo é recomendável para aqueles que gastam muito com educação, saúde, previdência privada, por exemplo.

Adir afirmou que o rascunho disponibilizado pelo Fisco é uma ferramenta útil para auxiliar o preenchimento da declaração. Por meio desse serviço, o contribuinte pode “anotar” os gastos de 2015 durante todo o ano. O registro é feito gradativamente. Informações como bens e direitos (compra de um imóvel ou de um veículo) ou gastos dedutíveis, como saúde e educação, podem ser incluídos no documento. “Se a pessoa fez o rascunho, basta importar para a declaração e todas as informações estarão no sistema automaticamente”, disse.

Quanto às despesas médicas, as deduções no IR continuam sem limite máximo. Ainda há dúvidas sobre o que exatamente pode ser abatido. “Cirurgia plástica é dedutível, pois é, sim, uma despesa médica”, frisou Adir. Gastos com exames clínicos, planos de saúde, consultas, exames laboratoriais e serviços radiológicos também entram na lista de despesas dedutíveis.

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Fonte: Correio Braziliense

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